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30 de jan. de 2009

VERSUS!

Nova Língua Portuguesa Vs. Antiga Língua Portuguesa
Raios, quem inventou de mudar o Português? A princípio me falaram que era pouca coisa, "tira os hifens, morre o trema e o resto não muda nada", mas não é bem assim. Essa unificação da língua, que aconteceu para aproximar a palavra escrita nos países de língua portuguesa e facilitar seu ensino para estrangeiros, tem uns pontos escorregadios, como por exemplo um acento esquisitaço para separar os verbos da primeira pessoa do plural do pretérito perfeito e do presente do indicativo. [Ex.: Agora nos amamos. Ontem nos amámos.] Alguns acentos caíram e vão nos fazer escrever ideia, ao invés de idéia, e conteudo, ao invés de conteúdo. Tudo isso para nos aproximar dos nossos irmãos de língua. Pelo menos os portugueses não podem mais escrever acção ou adopção... hehe... E corra, coleguinha, você tem três anos para reaprender a escrever!

Kevin Smith independente Vs. Kevin Smith comercial
Até que é engraçadinho o filme novo do Kevin Smith, Pagando bem que mal tem (Zack and Miri make a porno), mas o diretor já foi bem melhor... É como se ele misturasse o cinema autoral que ele faz muito bem com o filme mais comercial dele (Menina dos olhos). Para quem fez O Balconista e Dogma, esse filme novo soou como uma comédia romântica com muitos palavrões...

Hulk Vs. Thor e Hulk Vs. Wolverine
A Marvel vai melhorando em suas animações. Nesse início de ano ela lançou dois média-metragens (nessas regras novas de português, esse hífen fica?) com o Hulk. A estética deles se aproxima das animações japonesas mais novas e a movimentação é muito boa. O roteiro é bem decente e deixa de lado complexidades para colocar o Hulk fazendo o que sabe fazer de melhor: ESMAGANDO. E tome porrada, com uma violência até acima do padrão para essas animações feitas para DVD nos EUA. Contra Thor, eu senti a violência um pouco amenizada e achei a história mais rasteira. Contra Wolverine, é legal ver o carcaju violento como nas suas fases mais sombrias em desenho animado, com direito a sua origem, Arma X e tudo mais. Mas ele podia se chamar Wolverine Vs. Hulk, e não o contrário, por que nesse segundo filme o mutante domina geral e Hulk é apenas um coadjuvante.


Google Docs Vs. Microsoft Office Live WorkSpace
Sou um entusiasta da tecnologia e já venho testando faz uns tempos o Google Docs, que coloca em prática o que chama-se por aí de web 2.0, ou seja, seus aplicativos do PC rodando diretamente da Internet. É simplesmente sensacional! Você não precisa ter Word ou Excel instalado no computador, basta acessar o site e utilizar um sistema com quase todas as ferramentas deles, e ainda pode salvar o seu trabalho virtualmente e acessar de qualquer computador do mundo conectado a Internet. Você ainda pode compartilhar seus arquivos e trabalhar em parceria com outra pessoa que também tenha acesso a web. Claro que não demoraria até a Microsoft colocar sua versão no ar, o WorkSpace, que sinceramente fica anos aquém... Para início, é necessário ter o Microsoft Office instalado no computador (afinal o interesse é que as pessoas ainda comprem os programas da Microsoft). A plataforma é lenta e muito limitada. Vamos, Bill Gates, admita, dessa vez não dá pra você... Ponto praqueles que acham que a Google vai dominar o mundo.

E zefini! (Zé-fini... entendeu?!)

21 de jan. de 2009

Um post em 10 minutos!

Parei em frente ao PC para escrever. Mas só tenho 10 minutos antes de ter que voltar ao trabalho... Correria desgraçada não me deixa parar no PC. E quando paro tem zine pra editar, roteiro pra escrever, música pra compor, lista de casamento pra digitar... ops... acho que esqueci esse detalhe: tem um casório se aproximando! Sai de baixo então que lá vem o post dessa semana!

Fui a Fortaleza no final de semana passado contando os minutos para ver o filme do Spirit, do Will Eisner. Só que quando liguei para o cinema disseram que ele não havia estreado ainda. Numa busca na internet (que demorou um bocado, diga-se de passagem) descobri que o filme foi adiado para 6 de fevereiro. Já li que o filme foi mal nas bilheterias norte-americanas e tá sendo massacrado pela crítica, o que é bom e é ruim. Ruim por que é um personagem de quadrinhos (dos melhores) fracassando na transição para o cinema. Bom por que pode significar o fim da carreira cinematográfica de Frank Miller, diretor do filme, que já dirigiu também Sin City, adaptação do seu próprio quadrinho. Não me entenda mal, achei Sin City um ótimo filme, mas foi um trabalho que o Frank teve junto com nada menos que Robert Rodriguez (da trilogia do Mariachi e Um Drink no inferno). Spirit, o filme, trazia junto consigo toda uma expectativa por ser o primeiro trabalho de Frank sozinho. Ele por sinal já se comprometeu com outros projetos, mas será que eles vão vingar depois do fracasso do "Espírito"? Se não vingar, vem a parte boa disso tudo: Frank Miller volta a fazer o que poucos sabem fazer como ele: quadrinhos.

Assisti no sábado passado o programa TV SANA, na TV Diário, rede local de televisão. O programa veio oriundo da TV União (onde se chamava União Otaku) e fala sobre vários assuntos, entre eles anime, quadrinhos, cinema e muito mais. Vale a pena ver, todos os sábados, a partir das 10h30, na TV Diário (que pega em qualquer lugar do nordeste, diferente da TV União). É bom lembrar também que nesse sábado que vem vai acontecer o SANA FEST, evento de início do ano organizado pela mesma galera que faz o SANA, maior evento de animação, quadrinhos e RPG do nordeste. Eu estarei lá, lançando o zine número 3 do Grupo Gattai, que tem uma história que ajudei a escrever, ELEMENT SPIRIT. Estejam lá!

Por final, percebi nas estatísticas do meu blog que as páginas mais acessadas dele correspondem as que continham a minha primeira história aqui, O Mestre dos Brinquedos (não leu ainda? Clique aqui e conheça!). Sendo assim, já estou desenvolvendo um novo folhetim para esse espaço. Mais novidades em breve!

7 de jan. de 2009

Ô Vontade de conseguir parar em frente do PC e escrever um pouco...

A propósito: Feliz 2009!

23 de dez. de 2008

ROOOOOCK!

Rock de graça em Sobral nesse fim de semana com minha banda Sobre o Fim! Cheguem lá!

E mudando de assunto... vocês já viram as (novas) versões mangá dos X-Men? Aliás, mangá só no estilo, por que pelo nome a maior parte da produção parece ser feita nos EUA, mesmo... Abaixo a versão fofinha do Fera.

Algo a comentar?

14 de dez. de 2008

11 de dez. de 2008

Quadros pequenos que eu amo!

MONSTRA COMIX

Quando entrei no MONSTRA tive uma grande decepção.
Não era nada do que eu esperava.

Tinha esbarrado com um cartaz da mostra em algum lugar na Internet. Por uma má interpretação, achei que os trabalhos expostos seriam apenas dos curadores da mostra, Weaver Lima, Érica Zoe e Franklin de Oliveira, os três do Núcleo Artz. E me decepcionei. Mas foi uma ÓTIMA decepção. Quando comecei a passear pelo Sobrado Dr. José Lourenço, local onde está acontecendo a exposição, dei de cara com um maravilhoso trabalho do suiço Thomas Ott. E vieram mais artistas... Portugal, África do Sul... Aí vieram Liniers (da tira Macanudo), Daniel Clowes (de Mundo cão), Matt Groening (criador dos Simpsons) e Lourenço Mutarelli (O dobro de 5, O cheiro do ralo), para destacar apenas alguns... Putz! Por que não me avisaram que se tratava de um panorama dos quadrinhos independentes mundiais?! E que belo panorama... Trabalhos violentos, divertidos, vulgares... Como os bons COMIX tem que ser. Muito bem vinda essa mostra Monstra. É o Ceará abrindo os olhos para os quadrinhos. E me inspirei... Esqueci de levar uma câmera digital decente, então só me restou registrar o que vi no meu celular. Juntei um pouco desses recortes em um vídeo que publiquei no Youtube. A trilha é das bandas que fazem minha cabeça agora e desde sempre: (a já saudosa) Colligere e Killswitch Engage, ambas em músicas não convencionais. Have a nice trip! :)



Mesmo Delivery: alguém jogue água em mim!

Rapidamente recomendo: LEIA MESMO DELIVERY, trabalho do brasileiro premiado no Eisner (precisa dizer que é o Oscar dos quadrinhos?) Rafael Grampá. Ilustração de encher os olhos. Narrativa de tirar o fôlego. Não é todo dia que você vê um cara ser degolado de dentro da sua própria garganta, é? É, esse rapaz tem futuro...

9 de dez. de 2008

Hoje na sua TV aberta: Capitu


Não queria eu voltar a falar da Globo aqui, mas hoje temos uma atração da emissora que merece atenção. Estréia a microssérie Capitu, que adapta o romance Dom Casmurro, de Machado de Assis para a telinha. No comando da série está Luiz Fernando Carvalho (Lavoura arcaica, Hoje é dia de Maria e A pedra do reino). O visual mistura roupas de época com tatuagens e mp3 player e tem até rock "pesado" na trilha sonora. Eu sou um fã da obra do Machadinho, e Dom Casmurro, sem nenhuma dúvida, é meu livro predileto. Vamos ver se vai ser legal. Volto aqui para dizer algo. A série começa às 21h55 (no horário do Ceará, sem horário de verão).

No próximo post, que deve ser ainda essa semana, vou falar também da minha (ótima) visita a Monstra Comix.

4 de dez. de 2008

Supercalifragilisticoespialidoso...

Quadrinhando!

Ver textos meus sendo desenhados é sempre uma alegria. E meus parceiros estão mandando bem. Olha o que vem por aí...

Uno Volume 1, texto meu com desenhos de Camila Nágila.

Uno Volume 2, texto meu com desenhos de Demétrio Braga.


NovaHope, texto meu com desenhos de Eliezer Magno.

Quase tudo deve sair em breve no zine do Grupo Gattai. Fique ligado!


Mudando de assunto...

A Globo é mesmo uma "telinha" de surpresas. Eu sou um daqueles caras que fala MUITO mal dela (e quem não é?). Depois do documentário Muito Além do Cidadão Kane qualquer um fica revoltado. Mas é o canal mais profissional da TV brasileira, sem dúvida. O que não a impede de "se passar" em alguns momentos. Há uns meses assisti um trecho de uma das novelas globais atuais, Negócio da China. Acompanhei uma das cenas de luta mais chinfrim da minha vida com o global Thiago Fragoso, dessas de deixar Jean-Claude Van Damme corado. Mas hoje liguei a TV no horário do "teledrama" e pude ver sua abertura. E não é que é bem decente? É diferente das velhas criações do eterno e calejado Hans Donner.

(Ignore Ney Matogrosso ao fundo)


Fim desse comentário (pronto, agora podemos voltar a falar mal da Globo).


Mudando de novo...

Assisti nesses dias à nova série animada do Batman, Batman: The Brave and The Bold. É muito diferente de tudo que você já viu do morcegão. Depois da abordagem de Bruce Timm e Paul Dini nos desenhos da década de 1990, é esquisito ver a abertura do novo desenho recorrendo ao Batman de Adam West. Mas é bem divertido (como esse Batman sessentista era). Uma boa opção para apresentar o Batman para seu sobrinho mais novo. No primeiro episódio fica o destaque para a primeira sequência, antes dos créditos, com o Arqueiro Verde (em trajes remetendo a Era de Ouro). Bom diálogo numa ação para lá de nostálgica, a velha escapada da armadilha mortal do vilão. Mas depois disso o negócio desanda, na hora que percebemos que o parceiro de Batman nesse episódio será o Besouro Azul. E aí é só para a criançada: Batman e o Besouro saem da porta da casa deste último direto para o espaço sideral, com Batman com apenas uma singela máscara no rosto em pleno vácuo. Não, eu não estou reclamando! Acho que a imagem de Batman fodão enche o saco às vezes, então um produto assim meio que precisa sair de vez em quando. No mais a animação é bem decente. Mas vou parando pelo primeiro capítulo mesmo...



Post-Scriptum: você conhece Carnivàle?
Post-Scriptum 2: e o Colligere acabou. Pena.

26 de nov. de 2008

Quero a minha Enterprise!

Não, meus amigos, eu não sou um trekker. Assisti apenas episódios soltos das séries de Jornada nas Estrelas e um trecho de um dos filmes, do qual só me recordo que o vilão Khan fazia parte. Mas é J.J. Abrams (sinônimo de Lost, Cloverfield, etc) que está no comando do novo filme, e o cara sabe o que faz. Então a expectativa para ele é ALTA. Acha que eu tô exagerando? Então confira abaixo o trailer do décimo-primeiro Star Trek, feito tanto para fãs como para caras como eu, que não veneram, mas admiram essa mitologia espacial.

21 de nov. de 2008

Voltei para comentar!

Só agora pude voltar para comentar o bom final de semana passado:

Uma Bienal deliciosa. Minha primeira de milhares, eu espero. A conversa com o Sidney "Sidão" Gusman foi legal, só não melhor por que cheguei atrasado e tive que sair mais cedo (e podiam ter falado mais de quadrinho nacional e menos de mangá, Marvel e DC). Queria ter visto a palestra do André Vianco, mas o dever me chamava na minha terra natal. Comprei quadrinhos e livros a preço de banana. Entre eles as três primeiras edições de Slam Dunk pelo preço de uma (sempre quis ver o que o Inoue, do maravilhoso Vagabond, conseguiria fazer num mangá sobre basquete), A balada do mar salgado (primeiro Corto Maltese, por que ainda faltava algo do Hugo Pratt na minha estante) e um exemplar original da primeira edição de Choque do futuro (adoro livros antigos e mais ainda as previsões futuristas de Alvin Toffler). Vão pro meu montinho de coisas para ler. Por sinal, espero que antes de morrer ainda mate esse montinho.

O Offspring foi lindo de doer. Só não foi melhor por que eu não escutava a banda há uns 4 anos (desde que substitui canto por grito na minha dieta musical). Além disso quase fui pisoteado e esmagado. Normal. Tudo em nome do rock.

Assisti a 007 Quantum of Solace. Não é um Cassino Royale, mas é uma ação vertiginosa (já usaram tanto essa expressão para esse filme, que já soa até clichê eu falar dele assim) que vale a pena ser conferida. O engraçado é ver esse filme ser criticado por aí por sua violência e pela frieza do novo James Bond. Mas preste bem atenção no personagem interpretado por Daniel Craig novamente nesse filme: ao mesmo tempo que é o Bond mais frio, ele é também o Bond mais humano. Sinal dos tempos.





Finalizei o volume 1 de
Powers. Uma dupla de policiais investiga o assassinato de uma popular super-heroína, num mundo povoado por heróis fantasiados. Watchmen? Que nada, é o "Homem-Marvel" Brian Michael Bendis (Homem-Aranha Ultimate, Os Novos Vingadores, etc) numa história bem particular. Belíssima narrativa e diálogos muito legais. A arte lembra os layouts das séries animadas da DC atuais (Batman, Superman, Liga da Justiça e Liga da Justiça sem limites), mas ainda mais estilizada, uma escolha um tanto ousada para uma história com um viés realista como essa. Recomendado.

A MTV agora é de graça. De novo. Por que para quem não sabe já foi há muito tempo atrás. Já foi um canal bem melhor nessa época também, mas não deixa de ser uma forma de escapar dos chatos canais abertos que temos atualmente (sinceramente, eu já tinha me esquecido do que era assistir televisão brasileira). O bom dessa história é que todo dia antes de trabalhar eu assistia o Bom Dia Brasil. Até aí tudo bem. Mas com o horário de verão eu era obrigado a assistir Mais você e, convenhamos, Ana Maria Braga é o fim da picada (sem ofensas às donas de casa). Agora boto 14 na parabólica e assisto o Lab Classics. Ah, sim: a MTV (Music TeleVision) voltou a ter bastante música na sua programação. E menos Beija sapo.